Todos os dias, o velho sentava-se no banco da praça central, com seu jornal do dia anterior e aguardava.
Ao meio dia em ponto, o forte sinal soava, os portões da escola eram abertos e em um coro uníssono, as crianças saiam aos bandos gritando e correndo.
O velho fechava o jornal e aguardava pacientemente.
Ela vinha devagar carregando sua mochila de urso marrom. Os cabelos avermelhados balançavam com a brisa leve de outono, juntamente com o balanço da saia godê azul escura. A camiseta da escola branca com apenas um pequeno emblema no peito direito, justamente aonde os montículos começavam a brota e apresenta-se na transparência do tecido.
Mas eram aquelas meias três quartos que o hipnotizavam.
FIM
...
