E era exatamente igual, em todos os domingos, como um ritual delicioso a ser seguido.
Sempre as cinco da tarde, ela entrava no culto com as roupas apropriadas e o véu que cobria seu rosto e cabelos. Sentava-se ao lado da vítima, ela sempre escolhia os jovens, eram seus prediletos, afinal a inocência se refletia nas bochechas coradas e na ousadia de olha-la da cabeça aos pés.
Sentou-se cruzando as pernas, o que fez sua comportada saia subir um pouco, mostrando seus joelhos. Um botão da blusa era solto, depois o outro, depois outro e depois o outro.
O rapaz não tirava os olhos do decote que aos poucos era revelado, ao término do ultimo botão, ela delicadamente revelou um de seus seios, o mamilo duro apontava para cima suplicando para ser provado.
O suor começou a brotar em sua testa, sentiu o rosto pegar fogo e as bochechas queimarem, o que essa mulher estaria tentando fazer? por que estava se insinuando dessa forma?, e por que pra ele?
Não importava, ele não conseguia tirar os olhos dela. A forma como abriu sua suave blusa azul, a descoberta que não estava usando sutiã, o seio a mostra...
Sua mão esquerda desceu e pousou entre os joelhos. Ele acompanhava todos os seus movimentos, não conseguia evitar. As palavras do homem no púlpito soavam como um balbuciar longínquo, ele só ouvia o próprio coração acelerado.
A mão suavemente subiu entre as pernas , a saia acompanhando o movimento, permitindo que ele pudesse vê-la plenamente. Ela tão pouco usava roupas de baixo.
O rapaz olhou para os lados inquieto, como ninguém poderia estar acompanhando tal cena como ele, mas as pessoas em volta simplesmente não pareciam se importar, todas igualmente comportavam-se.
A mulher lambeu os lábio, pareciam secos de sede. Virou o rosto em sua direção e um sorriso de lado, malicioso e safado surgiu em sua face sob o véu.
O rapaz fechou os olhos, aquilo parecia irreal demais, louco demais. Sentia seu peito pulsar freneticamente. O suar a ensopar sua camisa muito bem passada e engomada. Ao abrir os olhos ela não estava mais ali. Olhou em todas as direções e não a viu, sua inquietação passou para desespero. Levantou-se as pressas passando entre os fiéis sem pedir desculpas aos esbarrões e pisadas nos pés. Cruzou o tapete central e antes de se dirigir a porta, olhou uma ultima vez para trás.
Saiu a rua a procura daquela que havia lhe posto completamente insano.
E ali estava, apoiada em um karmann Ghia, fumando um cigarro e sorrindo descaradamente para ele.
Abriu a porta do passageiro e acenou, convidando-o provocativamente a entrar.
Sem pensar duas vezes, ele caminhou em sua direção.
Dedicado a você que pediu esse conto...
A mulher lambeu os lábio, pareciam secos de sede. Virou o rosto em sua direção e um sorriso de lado, malicioso e safado surgiu em sua face sob o véu.
O rapaz fechou os olhos, aquilo parecia irreal demais, louco demais. Sentia seu peito pulsar freneticamente. O suar a ensopar sua camisa muito bem passada e engomada. Ao abrir os olhos ela não estava mais ali. Olhou em todas as direções e não a viu, sua inquietação passou para desespero. Levantou-se as pressas passando entre os fiéis sem pedir desculpas aos esbarrões e pisadas nos pés. Cruzou o tapete central e antes de se dirigir a porta, olhou uma ultima vez para trás.
Saiu a rua a procura daquela que havia lhe posto completamente insano.
E ali estava, apoiada em um karmann Ghia, fumando um cigarro e sorrindo descaradamente para ele.
Abriu a porta do passageiro e acenou, convidando-o provocativamente a entrar.
Sem pensar duas vezes, ele caminhou em sua direção.
Fim.
Dedicado a você que pediu esse conto...
